domingo, 2 de maio de 2010

Terry Gilliam fala da última atuação de Ledger

Terry Gilliam: "Heath Ledger se assustou com o que poderia fazer"

O diretor fala da última atuação de Heath Ledger, que filmou Dr. Parnassus depois de ter feito o Coringa em Batman, o cavaleiro das Trevas.

O diretor e artista plástico Terry Gilliam, de 69 anos, considera-se a a ovelha negra do Monty Python, grupo de cômicos que fez sucesso nos anos 70 com um humor nonsense. “Sou o único americano”, diz a Época, por telefone, de Londres, onde ele mora desde 1969, ano em que estreou o programa Monty Python’s Flying Circus na BBC. No início, Gilliam montava as vinhetas surrealistas do programa. Logo passou a atuar e dirigir os melhores filmes do grupo, como “Monty Python e o Santo Graal (1975) e Vida de Brian (1979). Na carreira solo, ele dirigiu “Brasil” (1985), As aventuras do Barão de Munhchausen (1988) e enfrentou uma série de azares. Teve de parar as filmagens de The man who killed Don Quixote em 2001 e só conseguiu finalizar Dr. Parnassus gerenciando uma crise.

ÉPOCA Como surgiu a ideia da trama de Doutor Parnassus?
Terry Gilliam
- A ideia não me ocorreu por inteiro. Ela foi surgindo de uma troca de ideias entre mim e meu parceiro de script Charles McKeown. Eu sempre quis criar um filme a partir de uma trupe de teatro ambulante – e as ideias surgiram num vaivém, a gente se comunicou por email e conversou muito até chegar a um roteiro. E novas ideias fluíram até a pós-produção.

ÉPOCA O senhor comparou as filmagens de Doutor Parnassus a um esforço de malabarismo e a atuação do elenco de livre. Como você equilibra controle e improvisação em seus filmes?
Gilliam
- Se existe improvisação nos meus filmes, ela é cuidadosamente controlada. Há uma estrutura anterior que apoia o improviso. Os atores sugerem alterações, a produção procura adaptar o roteiro às locações. Eu não gosto de perder o pé das coisas. Eu sei o tempo todo o que está acontecendo, mesmo que muitas vezes pareça improviso. O equilíbrio, portanto, beneficia o controle sobre a liberdade, embora esta seja permitida! Apesar dos limites, é um método bastante lúdico de trabalhar.

ÉPOCA Doutor Parnassus contém uma critica à sociedade de consumo. Você acha o consumismo ruim?
Gilliam - Eu odeio o consumismo. Hoje as pessoas são levadas a ficar consumindo o tempo todo, pelas ruas, nos shopping centers ou na internet. Parece que é a único mundo possível para os seres humanos. No Ocidente estamos tão mergulhados nisso que nem nos damos mais conta. As pessoas já não vivem por si mesmas. Existem tantas coisas para consumir e tantas necessidades criadas, que elas vivem num permanente estado de excitação e dívida. Já não tempo para mais nada. Você precisa trabalhar dobrado para pagar suas contas porque têm que atualizar os computadores a cada três meses e fazer upgrades nos seus celulares. O resultado foi a crise econômica em que nos metemos, derivada do colapso do crédito. Para salvar o capitalismo, Gordon Brown [chanceler inglês] fez um discurso pela televisão para convocar as pessoas a voltar às ruas para fazer compras. Como se isso fosse a solução do universo. É no mínimo irresponsável. E voltamos ás ruas! E esse consumismo todo está impedindo as pessoas de ter uma vivência mais profunda em relação ao mundo. O mundo é bem mais interessante do que a imagem que faz dele a nossa sociedade hiperconsumista.

ÉPOCA Atacar o consumismo tem sido uma obsessão sua pelo menos desde Brazil (1985), em que o personagem principal rompe com o sistema. Foi um filme visionário?
Gilliam - Ele fez uma previsão previsível... Já naquele tempo o mundo se anunciava burocrático e consumista. As coisas só fizeram piorar. Talvez agora seja mais difícil romper...

ÉPOCA Na sua opinião ainda é possível salvar o capitalismo?
Gilliam - Gordon Brown e Obama estão se esforçando, e a humanidade costuma de tempos em tempos arranjar um jeito de recompor a ordem mundial de um jeito inédito. Talvez tenha chegado a hora de reconstrução do mundo, sob um novo ponto de vista, um novo modo de vida. Hora de dar uma parada para a reflexão. O capitalismo como está não será capaz de se sustentar. Não há recursos suficientes – naturais ou industriais – para continuar a satisfazer nossa fome de consumo. Uma catastrofe se anuncia, e precisamos nos mexer. Há muita gente se esforçando mundo afora para alterar a situação. Estou de acordo com o que Bono profetiza: “A pobreza é o futuro”. Vamos ter de viver de maneira mais modesta.

ÉPOCA Você considera Doutor Parnassus a sua obra mais pessoal?
Gilliam - Não, porque tudo o que fiz até hoje é essencialmente pessoal. Sou um diretor-autor. O que procuro é produzir filmes criativos e inovadoras que possam sugerir uma expansão da mente e da criatividade das pessoas. Não conseguiria fazer outra coisa. De certa forma, Doutor Parnassus é o meu filme mais transparente. Ali está tudo o que penso sobre o cinema, sobre o mundo e a fantasia.

ÉPOCA Por falar nisso, é verdade que você retomou o projeto de filmar Don Quixote?
Gilliam - Sim. Estamos voltando ao trabalho depois de sete anos. Retomei o roteiro e já o finalizei. Agora temos que buscar recursos.

ÉPOCA É uma fase difícil, especialmente para um cineasta de arte, não?
Gilliam - Não, tudo faz parte do negócio. Não adianta pensar em fazer um longa-metragem sem passar pelo estágio da captação de recursos.

ÉPOCA Por que o senhor escolheu o tema do teatro para filmar?
Gilliam - Eu amo o teatro, embora não vá tanto assistir a peças. Gosto mais do que frequento. O teatro sempre fez parte de meus filmes. Basta lembrar O Barão de Munchausen, que também tem como personagens atores de teatro mambembe. Os atores vivem um drama, porque eles lutam para serem vistos e ouvidos, eles querem atingir as pessoas, abrir os olhos do público para novas sensibilidades - e ninguém dá a mínima para eles. A trupe do Doutor Parnassus percorre Londres com suas peças mágicas e antigas, e só encontra pela frente um público brutalizado e burro. Mas não é só Londres. Vejo isso no mundo todo. É uma pena porque o teatro tem a capacidade de mudar a cabeça das pessoas, alterar profundamente a sensibilidade.

ÉPOCA Você acha que o gosto pela grande arte decaiu neste século?
Gilliam - Sem dúvida. Já não existe a mesma sensibilidade do passado. As pessoas perderam o foco, já não se concentram como antes e o interesse pela arte é mais comercial do que essencial, vamos dizer assim. Hoje as galerias de arte querem alcançar os lances mais altos em leilões, e o conteúdo da arte ficou de lado. O cinema de arte também tem saído de cena... O padrão de gosto ficou mais cínico e superficial.

ÉPOCA Por que em seus filmes a fantasia sempre subverte a realidade, e a coloca em segundo plano? Não é escapismo?
Gilliam - Claro que não. A fantasia é uma coisa fundamental na vida. Seria quase impraticável existir sem sonhar e imaginar, sem viver no mundo paralelo dos devaneios. A fantasia tem um papel decisivo em todos as atividades humanas. Os grandes saltos científicos surgem da imaginação e da fantasia. A ciência progride por meio de saltos poéticos. Atualmente os meios de comunicação, da televisão à internet, estão transformando a visão de mundo. Tenho um filho de 12 anos. Moramos no centro de Londres, a cem metros de uma rua de comércio, num ambiente seguro e protegido. O menino não consegue ir à rua porque só quer ficar vendo televisão e navegando na internet. Isso cria um falso contato com a realidade. E a realidade é bem mais interessante.

ÉPOCA A internet não abriu uma janela para o mundo?
Gilliam - Sim, estamos mais conectados do que nunca e fluxo de informações é imenso. Poderia ser interessante, mas o que circula é fofoca, sexo e notícias a maior parte falsa. Leva muito tempo filtrar a boa informação, e ela existe aos montes, obviamente. Mas eu, para te dizer a verdade, odeio a internet. Odeio usar internet, odeio até mesmo usar email porque isso me tira o tempo que preciso para meus projetos e o que gosto de fazer. Se a gente não toma cuidado, a internet nos transforma em pontos de uma enorme rede. Eu não quero ser só um ponto. Pefiro ser eu mesmo, offline. Sou um sujeito “green”, ecológico, que gosta do mundo real e da fantasia inteligente. (risos)

ÉPOCA O que é computação gráfica e animação à mão em seu filme?
Gilliam - Eu quero que o espectador fique em dúvida sobre os efeitos visuais no filme. Usei os dois métodos, sem que nenhum deles seja um fetiche, apenas ferramentas de trabalho. Comecei minha carreira como animador, então me preocupo muito com o tema.

ÉPOCA Você acha que é possível um casamento entre os dois métodos?
Gilliam - É o que tenho tentado. A computação gráfica não é um demônio a ser exorcizado, nem a animação à mão a panaceia universal. Toda técnica, digital ou tradicional, tem de ser usada em benefício de um aspecto que não deve jamais ser esquecido: a imaginação do artista. É ela que determina os instrumentos de trabalho, não o contrário.

ÉPOCA Como foi lidar com a morte do ator Heath Ledger no meio das filmagens?
Gilliam - Foi um momento terrível, uma grande tragédia que se abateu sobre a equipe. Heath morreu durante uma pausa que deu em Nova York entre as filmagens de Londres e as que faríamos no Canadá. Pensei em parar tudo, porque Tony [o personagem interpretado por Ledger] era central na história. Tivemos então de reformular o roteiro. Faltavam sequências importantes, mas quase todas se passavam no lado de lá do espelho mágico do doutor Parnassus, no universo da fantasia, onde tudo é possível. Então Charles (McKeown) e eu chegamos à solução do impasse: resolvemos convidar os amigos de Heath para preencher suas atuações no mundo da fantasia. Jonnhy Depp, Jude Law e Colin Farrell se encaregaram do papel, oferecendo assim um rosto variado e mutante para Tony do lado de lá do espelho. Acho que o filme ganhou em poesia. Não imaginava que Heath nos deixasse tão jovem, e muito menos em um filme meu. Ele estava vivendo um momento especial, de descoberta de novas possibilidades de atuação. No começo do filme, ele estava vivendo o Coringa, de Batman, o cavaleiro das trevas. Este papel mexeu profundamente com ele, ele até se assustou com o que era capaz de fazer. Ao interpretar Tony, ele traduziu a experiência de Coringa numa explosão criativa que aconteceu com seu Tony em Doutor Parnassus. Ele inspirou o elenco e a equipe. Heath foi um ator extraordinário, cuja evolução jamais conheceremos.

ÉPOCA Você, que já fez Brasil, conhece o Brasil?
Gilliam - Não, nunca viajei ao Brasil. Para mim o Brasil tem uma enorme importância simbólica. É o paraíso, é “Aquarela do Brasil”, a concretização da utopia. Quem sabe eu não filme uma sequência de Brasil, Brasil 2, in loco durante a Olimpíada de 2014? (risos)

Fonte: Revista Época

No mundo de Parnassus

O diretor Terry Gilliam criou O Mundo Imaginário do Dr. Parnassus - que estreia sexta, nos cinemas - como um filme de acontecimentos extraordinários, em que a magia, muitas vezes, sobrepõe à realidade. Só para se ter uma ideia, o personagem-título (Christopher Plummer) é líder de trupe teatral que, em perigoso jogo de cartas com o Diabo em pessoa (o músico Tom Waits), conquista a imortalidade em troca de entregar sua única filha, Valentina (Lily Cole), assim que complete 16 anos, coisa que acontece no início da trama.

No meio das filmagens, em 2008, um duro golpe obrigou a produção a ser ainda mais criativa. O australiano Heath Ledger, que tinha um dos principais papéis na trama, morreu, depois de acidentalmente exagerar na dose de medicamentos para dormir. Arrasado, o diretor pretendia cancelar o filme. Ledger, então com 29 anos, estava no auge. Seu desempenho como Coringa gerava tremenda expectativa a poucos meses da estreia de Batman - O Cavaleiro das Trevas (o papel lhe rendeu o Oscar póstumo de ator coadjuvante no ano passado). Foi então que a equipe resolveu encarar Dr. Parnassus como homenagem ao jovem e voltou aos estúdios.

O contexto fantástico do longa-metragem ajudou na continuidade sem o ator. Tony, o personagem de Ledger, é um tipo misterioso por quem Valentina se apaixona. Ele é aceito na companhia de teatro e passa a fazer parte das apresentações. A cena em que Ledger entra no espelho mágico de Parnassus serviu de base para a reviravolta. O diretor imaginou então que cada vez que Tony repetisse a experiência, apresentaria novas características. Johnny Depp, Jude Law e Colin Farrell foram escalados para viver as novas faces do personagem. O trio doou o cachê para Matilda, única filha de Ledger, hoje com 4 anos.

Fonte: Diário do Grande ABC

Batman - The Dark Knight entre as melhores sequências do cinema

O site de locações de DVDs Lovefilm realizou uma pesquisa perguntando quais eram as melhores sequências da história do cinema, para marcar o lançamento de Homem de Ferro 2.

O filme Star Wars: Episódio 5 - O Império Contra-ataca, produzido por George Lucas em 1980, foi eleito a melhor sequência de todos os tempos.

O longa chegou ao primeiro lugar da pesquisa da Lovefilm com 19% dos votos e deixou em segundo lugar o filme O Exterminador do Futuro 2, de James Cameron, lançado em 1991. Em terceiro, aparece O Poderoso Chefão 2, dirigido em 1974 por Francis Ford Coppola.

Em quarto lugar ficou um dos filmes mais bem sucedidos da franquia Batman, Batman - O Cavaleiro das Trevas, dirigido em 2008 por Christopher Nolan e famoso por ser um dos últimos filmes do ator Heath Ledger, morto em 2008.

O Império Contra-ataca já era considerado pelos fãs o melhor filme da série Star Wars, com a batalha no planeta gelado de Hoth, o treinamento de Luke Skywalker por Yoda e o momento chocante no final do filme, quando Darth Vader revela que é o pai de Luke.

O longa foi lançado depois de Star Wars: Episódio 4 - Uma Nova Esperança, lançado em 1977 e que iniciou a saga Star Wars. A saga ainda teria Star Wars: Episódio 6 - O Retorno de Jedi, em 1983 e, a partir de 1999, George Lucas retoma a saga com o lançamento dos três primeiros episódios, A Ameaça Fantasma, Ataque dos Clones e A Vingança dos Sith.

"Não há como vencer Star Wars, e os fãs participaram muito de nossa pesquisa para estabelecer seu primeiro lugar, como melhor sequência de todos os tempos", afirmou Helen Cowley, editora da página da Lovefilm.

"As sequências de filmes nos dão a chance de ver novamente os personagens de volta à tela, mas é difícil encontrar uma sequência à altura do primeiro filme", acrescentou.

Lista completa:
1. Star Wars Episódio V: O Império Contra Ataca (1980)
2. O Exterminador do Futuro 2: O Julgamento Final (1991)
3. O Poderoso Chefão: Parte II (1974)
4. Batman: The Dark Knight (2008)
5. Aliens (1986)

sábado, 1 de maio de 2010

Filmes de Heath Ledger na TV em Maio

03/05 (Segunda) - Batman - O Cavaleiro das Trevas - HBO 2, às 19h15.

06/05 (Quinta) - Casanova - TNT, às 22h00.

06/05 (Quinta) - Não Estou Lá - Telecine Pipoca, às 01h25.

09/05 (Domingo) - O Segredo de Brokeback Mountain - MGM, às 12h00.

10/05 (Segunda) - O Segredo de Brokeback Mountain - MGM, às 04h00.

10/05 (Segunda) - Honra & Coragem - As Quatro Plumas - HBO, às 15h15.

11/05 (Terça) - Batman - O Cavaleiro das Trevas - HBO, às 18h15.

13/05 (Quinta) - Honra & Coragem - As Quatro Plumas - HBO 2, às 19h40.

13/05 (Quinta) - Candy - HBO 2, às 22h00.

15/05 (Sábado) - Honra & Coragem - As Quatro Plumas - HBO, às 15h10.

15/05 (Sábado) - Batman - O Cavaleiro das Trevas - HBO 2, às 22h00.

17/05 (Segunda) - Honra & Coragem - As Quatro Plumas - HBO, às 11h00.

19/05 (Quarta) - Batman - O Cavaleiro das Trevas - HBO 2, às 19h15.

20/05 (Quinta) - Batman - O Cavaleiro das Trevas - HBO 2, às 23h05.

22/05 (Sábado) - O Segredo de Brokeback Mountain - MGM, às 00h10.

23/05 (Domingo) - Batman - O Cavaleiro das Trevas - HBO 2, às 18h20.

24/05 (Segunda) - Honra & Coragem - As Quatro Plumas - HBO 2, às 12h00.

27/05 (Quinta) - Honra & Coragem - As Quatro Plumas - HBO 2, às 13h15.

27/05 (Quinta) - Batman - O Cavaleiro das Trevas - HBO 2, às 22h00.

30/05 (Domingo) - Honra & Coragem - As Quatro Plumas - HBO, às 13h40.

30/05 (Domingo) - Os Reis de Dogtown - VH1, às 22h00.

31/05 (Segunda) - Batman - O Cavaleiro das Trevas - HBO, às 17h15.
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Também postado na Comunidade do Orkut: Heath (O Sorriso Inesquecível)

quinta-feira, 29 de abril de 2010

Blu-Ray 10 Coisas Que Eu Odeio em Você

Ano passado eu disse que ia ser lançado o DVD e o Blu-Ray em comemoração ao 10º aniversário do filme 10 Coisas Que Eu Odeio em Você. Procurando na internet eu achei alguns sites onde dá pra comprar o Blu-Ray do filme.

Nesse site AQUI eu encontrei o Blu-Ray por R$ 93,48, com legenda em português.

Nesse AQUI tá R$ 59,90.

E no Amazon está 21,49 dólares, mas não tem legenda em português.

Ainda não encontrei nenhum site que já tenha o DVD dessa edição no Brasil.
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Encontrei essa entrevista do Heath Ledger entre os extras que estão no DVD e no Blu-Ray:

Heath Ledger e o elenco de BBM em Toronto

Heath Ledger e o elenco de Brokeback Mountain chegando ao Festival de Toronto em 2005:



Créditos: Monica (Comunidade Heath Ledger Eternamente)

quinta-feira, 15 de abril de 2010

Heath Ledger foi citado no CQC

Na segunda-feira (12/04), o programa CQC citou Heath Ledger no quadro 'CQTeste' com a dupla Rio Negro e Solimões.

Rafael Cortez perguntou para a dupla: "Qual o nome do ator já falecido que representou um dos caubóis do filme "O Segredo de Brokeback Mountain"?:



A pergunta sobre o Heath é a partir de 5:22 min.

quarta-feira, 14 de abril de 2010

Jake Gyllenhaal fala sobre o amigo Heath Ledger

Ator é capa da 'GQ Magazine' e fala sobre a morte do ator [Heath Ledger] dois anos depois.

Do EGO, em São Paulo

Eles não foram apenas colegas de trabalho em "O Segredo de Brokeback Mountain", Jake Gyllenhaal e Heath Ledger eram muito amigos e, em entrevista à "GQ Magazine", o ator falou sobre a morte de uma pessoa tão querida.

"Eu realmente não gosto de falar sobre isso. Esse período foi muito difícil", disse ele. "Quando fazia 'Brokeback', era como se meu trabalho fosse a única coisa que importava pra mim. Mas, depois do que aconteceu, reconheci que aquilo era trabalho e que a vida é real", desabafou ele sobre a perda de Heath Ledger.

O ator não poupou elogios à memória do amigo. "Ele era muito sensível. Estava sendo solicitado para fazer um monte de coisas juntas, porque as pessoas estavam muito interessadas nele", lembrou.
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Notícia no G1:

Jake Gyllenhaal diz que morte de Heath Ledger mudou sua forma de ver a vida

Los Angeles (EUA.), 13 abr (EFE).- O ator Jake Gyllenhaal, companheiro de repartição de Heath Ledger em "O Segredo de Brokeback Mountain", disse que sua forma de ver a vida mudou muito depois da morte do ator australiano.

Gyllenhaal, de 29 anos, admitiu em declarações à revista "GQ" - parte delas publicadas hoje pela imprensa americana -, que antes focava todos os seus esforços em sua carreira, mas que a morte de seu amigo em janeiro de 2008 o fez mudar a maneira de ver as coisas.

"A vida é algo que não entendia totalmente. Acho que me dava medo. Tinha sucesso em meu trabalho, o suficiente gravar de vez em quando. Mas (após a morte de Ledger) me dei conta de que era só trabalho. E vi que o resto é o real", afirmou.

Ledger morreu em janeiro de 2008, aos 28 anos, em Nova York, em decorrência de uma overdose de remédios.

Ainda na entrevista, Gyllenhaal conta que terminou há poucos meses sua relação com a atriz Reese Witherspoon e que continua solteiro.

"Acho que é importante para cada homem encontrar a mulher adequada e que cada mulher encontre seu homem adequado. Quem sou eu para dizer que é o mais importante na vida? Eu não sei. Principalmente em minha vida atualmente", afirmou.

O ator vive uma etapa de insegurança pessoal, o que não acredita ser algo negativo. "Estou me dando conta dos meus pontos fortes e das minhas fraquezas. Estou tentando decifrar quem sou", disse.
Os atores Heath Ledger e Jake Gyllenhaal em 2006

Sobre as filmagens de Brokeback Mountain: "Havia algo mágico naquela época. Todos nós dormimos em nossos trailers no primeiro mês das filmagens desse filme. Eu estava dormindo ao lado do trailer de Ang; o trailer de Ang foi ao lado do trailer de Heath e Michelle - eles foram morar juntos [durante as filmagens]. E Michael Hausman, o produtor, trouxe seu trailer Airstream. E foi só nós, por este rio, por um mês. E a gente ia a pé para o set, e comíamos juntos, e gostávamos de fazer o café da manhã, e eu acordava de manhã e via Ang Lee fazendo Tai Chi [Chuan] fora do meu trailer, e foi simplesmente mágico."

Jake e Michelle não conseguem ver BBM: "Eu realmente não gosto de falar sobre isso. Esse período de tempo foi... foi difícil. Ele era muito sensível. Ele não atuava durante vida cotidiana. Ele sabia quem ele era. Eu acho que os atores, muitas vezes, eles sabem como apresentar algo, e isso é parte de seus trabalhos. Acho que ele era apenas muito sensível. Muitas vezes nós fizemos um monte de coisas juntos, porque as pessoas estavam muito interessados nele e acho que nos sentíamos seguros em conjunto. Para um ator tão sério como Heath, ele era louco e engraçado. Dark, mas engraçado. Eu não acho que qualquer um de nós pode ver [Brokeback Mountain] hoje. Lembro-me de falar com Michelle muito recentemente e ela estava como, "eu não sei se era bom ou não."

"Mesmo quando fizemos Brokeback e outras coisas, era o meu trabalho e era a única coisa que me importava. Era como se eu pudesse entender ou definir-me através de fazer isso. Vida, eu não compreendo totalmente. E eu acho que eu estava com medo da vida. E eu tive sucesso no meu trabalho, o sucesso suficiente para que você pudesse continuar lá. Mas depois do que aconteceu... Eu acho que reconheci que era o trabalho. E reconheceu que o real é que importa."


Créditos dessa última parte: Monica (Comunidade Heath Ledger Eternamente)

terça-feira, 6 de abril de 2010

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Grace Woodroofe grava canção sobre Heath Ledger

"Ao longo da história, os compositores escreveram sobre amor e perda, muitas vezes utilizando a música para expressar tristeza. Os músicos que estavam perto de Heath Ledger tem feito o mesmo, o mais conhecido é "Faithfully Remain" de Ben Harper. Agora Grace Woodroofe, a jovem que tinha Heath como chefe e mentor, escreveu uma canção para expressar seus sentimentos de perda. O nome da canção é "H". Enquanto ela não é clara em tudo o que ela diz, em H, Grace fala sobre os doces traços da personalidade que Heath tinha, cheirando seus cigarros, vê-lo magro do lado de fora de uma janela, e as palavras de sabedoria que ele lhe deu.

No vídeo abaixo, Grace se apresenta ao vivo no Teatro Metro, em Sydney, em 9 de abril de 2009. Imediatamente antes da canção, ela dedica a música para a mãe de Heath, padrasto e irmã (the Bells), que estão na platéia."

Fonte: Fórum Heath Heathens

Video: http://www.youtube.com/watch?v=KgnCONPrMF4

Letra
"H."


My dad wrote 4 words on a tiny piece of paper,
these are the stages you'll go through. He said
shock and deep denying sadness,
in time acceptance will come too.
Oh,I wish I could fast-forward time, for that matter rewind.
I know you said time was blind,
now you are in a place that only exists in my mind.

CHORUS:
I have this image of you leaning out the window,
your lungs encapsulating smoke,
but I would give everything to smell your cigarette's burning,
you were always so impassive when you spoke.

I feel you with me all the time,
your guiding hands lead mine,
but I miss the stories that you'd share,
and the little garments that you always used to wear.

I am wearing nothing but your love,
and I can honestly say
that I think about you everyday.

CHORUS.
I have this image of you leaning out the window,
your lungs encapsulating smoke,
but I would give everything to smell your cigarette's burning,
you were always so impassive when you spoke.

Your house is empty, shelves are bare,
your presence felt, but you're not there.
That's where you sit, I mean where you sat,
I am still adjusting to getting used to that.
You won't show up at my door.
Wherever you are I hope you find
what you were searching for.

Créditos: Monica (Comunidade Heath Ledger Eternamente)
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Download da música:
http://www.4shared.com/file/258649506/3065a51c/Grace_Woodroofe_-_H.html

http://www.mediafire.com/file/2odklkzdztx

quinta-feira, 1 de abril de 2010

Filmes de Heath Ledger na TV em Abril

2/04 (Sexta) - Não Estou Lá - Telecine Cult, às 17h50.

05/04 (Segunda) - Não Estou Lá - Telecine Cult, às 10h30.

11/04 (Domingo) - Casanova - TNT, às 22h00.

11/04 (Domingo) - O Segredo de Brokeback Mountain - Fox, às 22h00.

14/04 (Quarta) - O Segredo de Brokeback Mountain - Fox, às 14h00.

18/04 (Domingo) - O Segredo de Brokeback Mountain - Fox, às 02h00.

27/04 (Terça) - O Patriota - A&E Mundo, às 15h00.

28/04 (Quarta) - O Patriota - A&E Mundo, às 10h00.

29/04 (Quinta) - Ned Kelly - TNT, às 03h50.

segunda-feira, 29 de março de 2010

Terry Gilliam: "Heath Ledger estava sempre lá"

25.03.2010
Por: Helen Barlow, em Toronto


A meio da rodagem de "Parnassus - o homem que queria enganar o diabo" (título em Portugal), o intérprete morreu. Três actores, Johnny Depp, Jude Law, Colin Farrell, prontificaram-se a salvar o projecto. Mas Heath Ledger "estava sempre lá", diz ao Ípsilon o realizador Terry Gilliam.

Com a mão debaixo do queixo e uma das suas coloridas camisas em forma de casaco - encontrámo-lo no Festival de Toronto -, Terry Gilliam, 68 anos, o Monty Python que se tornou realizador, começa a falar-nos de Heath Ledger, cuja morte abanou a sua vida.
"O rapaz que nunca se tornou num homem", diz, e não esconde as saudades na voz. "Embora fosse um homem, o que é estranho... Ele não morreu jovem, morreu com 240 anos. É por isso que ele dizia que tinha sangue aborígene. Era um rapaz sensato".

Começámos por Ledger porque o actor australiano votava uma admiração ao seu amigo cineasta - foi Gilliam que o ajudou a alcançar reconhecimento crítico, com "Os Irmãos Grimm" (2003). E, sobretudo, porque a morte de Ledger aconteceu a meio da rodagem de "The Imaginarium of Doctor Parnassus".

"Não é certo que Heath estivesse exausto por participar em demasiados projectos", diz o realizador. "De facto, estava cuidadosamente a evitá-los. No ano após 'O Segredo de Brokeback Mountain' [2005] ele aceitava e empilhava tudo o que lhe propunham. Está claro que o seu agente lhe dizia que o momento dele chegara, e Heath estava a encarar isso dessa forma. Mas depois decidiu que não queria fazer os filmes [como "The Tree of Life" de Terrence Malick, papel que iria para Brad Pitt]. Foi por isso que fez o Joker ['O Cavaleiro das Trevas']: um papel pequeno, que envolvia grande quantia de dinheiro, o que lhe dava liberdade".

Mas foi a morte de Ledger e as dificuldades que puseram em perigo "Parnassus - o homem que queria enganar o diabo" que, ironicamente, levaram Gilliam a trabalhar a sua capacidade de invenção. Foi preciso substituir o actor que interpretava a personagem de Tony, um membro de uma companhia de teatro itinerante. A solução foi pouco comum: Johnny Depp, Colin Farrell e Jude Law.

"O que teve piada foi que sempre [ao longo da carreira] tive escolher dentro de um rol de actores sem trabalho e, de repente, três dos mais conceituados quiseram ficar com o papel!" A personagem de Ledger ganha, assim, os rostos de Johnny, Jude e Colin, o que faz sentido porque sendo um vigarista é um homem de várias caras. "Eu vi Johnny no funeral de Heath. 'Queres fazê-lo?'. Ele respondeu: 'Espera um minuto, vou ter que pensar'. E depois disse que sim. Portou-se bem, mas estava apavorado".

O amor dos actores

Mesmo com os actores com pouco tempo, e com ensaios fora de questão, aconteceu algo mágico, conta Gilliam. "De alguma forma, sem personificarem Heath ou Tony, eles sabiam como ele era. Tinham energias semelhantes e puderam fazê-lo. Nenhum de nós trocara confidências sobre como é que as coisas funcionavam, o que faz daquilo que aconteceu uma coisa extraordinária. Quis nomear Heath como co-realizador do filme porque, de alguma forma, ele estava sempre lá."

O motivo para a inclusão dos três actores deveu-se ao facto de cada um deles poder mostrar um lado diferente da personagem que Ledger estava a desempenhar.
"Johnny é o gancho com os espectadores. E foi brilhante. Ele é o gajo fascinante, o único com língua afiada que pode conquistar-nos e fazer qualquer coisa. Jude teve que representar a ambição de Tony, alguém com a cabeça nas nuvens que, de repente, tem algo com que sempre sonhou. Depois aparece Colin e revela a verdadeira história: que Tony é um monstro. Foi a combinação correcta".

(É interessante reparar que os três actores são pequenos, Ledger era alto. "Podemos fazer qualquer coisa no cinema", graceja Gilliam.)
Ao fim e ao cabo, o realizador considera que trabalhou com Ledger na montagem. "Todos os dias ele estava no ecrã. 'Atira-te a isso' ou 'Oh merda! Porque é que fizeste isso?' Foi como se Heath estivesse bem vivo."

Os filmes de Gilliam não fazem o género de todos os actores, embora aqueles que os amam regressem sempre para mais. Depp já trabalhara com Gilliam em "Fear and Loathing in Las Vegas" (1998), enquanto Christopher Plummer (o octogenário canadiano que foi nomeado para o Oscar de melhor secundário pelo seu retrato de Leo Tolstoy em "The Last Station") aceitou o convite do realizador, com quem já trabalhara em "12 Macacos" (1995), para desempenhar Doctor Parnassus, o sábio imortal que fez um pacto com o Diabo e que erra com o seu espelho mágico, uma porta para dentro da imaginação de quem o atravessa - Tony/Ledger atravessa-o, e assim surgem os seus alter-egos, Depp, Farrell, Law.

"Isto é como Prospero e 'A Tempestade', como 'Rei Lear'; tem essa abrangência", diz Gilliam. "Parnassus teria que ser interpretado por este homem com incrível dignidade - apesar de eu suspeitar sempre que ele está a mentir, que é um inútil".

Plummer confessou já ter visto "Brazil" seis vezes e que continua a "não saber o motivo" pelo qual é fã daquilo a que chama "vintage Gilliam". "Terry sente-se sempre vagamente culpado por pôr demasiadas personagens e histórias nos filmes e depois não conseguir criar raízes com os espectadores. Desta vez, não o fez".

Filmar na zona antiga de Londres acrescentou autenticidade, mas não foi fácil, acrescenta. "Ficamos todos com pneumonia, Heath inclusive, mas pelo menos eu vestia grandes túnicas. Ele estava com a sua camisa fina e Londres é uma cidade tão fria no Inverno. Tanto podíamos filmar às 10h ou à meia-noite, quando toda a humidade se acumula. Isso não ajudou, de todo, Heath". A de Ledger não foi a única morte na produção. O co-produtor Bill Vince, 44 anos, lutava contra o cancro durante a rodagem. A sua morte atirou todos os problemas do filme para a outra co-produtora, a filha mais velha de Gilliam, Amy, 32 anos.

"Amy foi atirada para águas profundas", diz Gilliam. "Foi um pesadelo. Ter Colin, Johnny e Jude no programa não foi fácil. Ela foi extraordinária e, provavelmente, a principal responsável para que eu não tenha desistido quando Heath morreu. Eu estava pronto a desistir, era o fim para mim. E ela sempre me incentivou. Há bastante teimosia nos nossos genes", repara com um sorriso.

Vídeo com novas imagens de Heath Ledger

O vídeo contém imagens inéditas que estão no DVD de Dr. Parnassus:



Imagens do vídeo - 118 fotos:
http://www.flickr.com/photos/monicabbm/

Créditos: Monica (Comunidade Heath Ledger Eternamente)

quarta-feira, 24 de março de 2010

Jake Gyllenhaal defende Heath em briga de bar

Essa história começou no twitter, um cara ficou indignado depois que o Jake o mandou ser expulso de um restaurante. Motivo: ele teria dito que Jake matou Heath Ledger.

Jake ficou indignado e chamou os seguranças para expulsá-lo do local. Só que o rapaz, resolveu inventar várias histórias sobre o Jake no twitter, disse até que ele (Jake) bateu na namorada dele.

Todos os fãs do Jake se revoltaram, entre elas a dona do blog Wet Dark and Wild. Ele soube e mandou um e-mail fazendo ameaças à ela e ao Jake. Ela resolveu entrar em contato com um amigo do diretor Duncan Jones pelo twitter e enviou para ele o e-mail que o cara enviou para ela. Na verdade foram vários e-mails.

A produção de Source Code já está sabendo disso e está de olho no tal sujeito.

Dia 21/03, um membro do IHJ entrou em contato com o site Gossip Cop, que é um site especializado em derrubar essas mentiras. Eles entraram em contato com a assessoria do Jake, que já está tomando providências.

Depois ele mudou a história de "matou" para "beijou" Heath Ledger. Mas várias pessoas disseram que ele falou "matou".

Noticia no E! Online

Créditos: Monica e Bernardo (Comunidade Heath Ledger Eternamente)
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Notícia do site Parou Tudo:

Jake Gyllenhaal fica transtornado após piada sobre Heath Ledger

O ator Jake Gyllenhaal causou tumulto num bar em Montreal no último final de semana. Segundo um blogueiro, conhecido como DrunkenStepfather, eles estavam numa mesa próxima a do ator, que bastante feliz, subia na cadeira, divertindo-se com os amigos. Achando aquilo tudo um tanto egocêntrico, o blogueiro foi à mesa de Gyllenhaal e perguntou a uma das garotas que o acompanhavam: “Esse não é aquele que beijou Heath Ledger?”

Assim que ouviu a pergunta, o ator partiu para cima do rapaz, atingindo-o com socos, até que alguém os separasse e o blogueiro e seus amigos fossem expulsos do local. No entanto, segundo apurou o canal E!, a pergunta do rapaz à garota teria sido diferente: “Esse não é aquele que matou Heath Ledger?” Como todos sabem, ambos interpretaram um par romântico em “O Segredo de Brokeback Mountain”, tornaram-se grandes amigos e Gyllenhaal ficou bastante abalado com a morte do ator.

Ps: Jake não chegou a bater no cara, apenas mandou chamar os seguranças para que ele fosse retirado do local.

sábado, 20 de março de 2010

Download de Dr. Parnassus

O Mundo Imaginário do Dr. Parnassus - 2009 (Legendado e Dublado)


Informações do arquivo:
Título Original: The Imaginarium of Dr. Parnassus
Formato: RMVB
Tamanho: 649 MB
Duração: 123 min
Áudio: Inglês
Legenda: Português

Download: Megaupload

MediaFire:
Parte 1| Parte 2| Parte 3| Parte 4| Parte 5

4Shared:
Parte 1
| Parte 2| Parte 3| Parte 4| Parte 5

Filme Dublado:
Informações do Arquivo:
Formato: AVI / RMVB
Tamanho: 780 MB / 498 MB
Duração: 122 min
Áudio: Português

AVI: Megaupload | Multiupload | Fileserve | Filesonic | Depositfiles | Megaupload² | Upload Here | Upload King | Megaupload³

RMVB: Depositfiles | Filetram

Sinopse:
O Dr. Parnassus (Christopher Plummer) tem o dom de inspirar a imaginação das pessoas. Dono de uma companhia de teatro itinerante, ele conta com a ajuda de seu assistente Percy (Verne Troyer) e do mágico Anton (Andrew Garfield) para oferecer ao público a chance de transcender a realidade e entrar em um universo sem limites, o qual pode ser alcançado ao atravessar um espelho mágico. Tony (Heath Ledger) foi encontrado pela trupe dependurado em uma ponte, à beira da morte. Após ser salvo, ele passa a integrar a equipe, como forma de escapar de seu passado. Em uma tentativa de modernizar o show, ele termina por conhecer o novo mundo oferecido por Parnassus e passa por diversas transformações no decorrer de sua viagem. Só que esta mágica tem um preço e ele está perto de ser cobrado ao dr. Parnassus: sua preciosa filha Valentina (Lily Cole).

Ficha Técnica:
Título Original: The Imaginarium of Dr. Parnassus
Gênero: Aventura
Duração: 122 min
Ano de lançamento: 2009
Site oficial: http://www.theimaginariumofdoctorparnassusmovie.com/
Estúdio: Davis-Films / Parnassus Productions / Poo Poo Pictures / Grosvenor Park Productions / Infinity Features Entertainment
Distribuidora: Sony Pictures Classics
Direção: Terry Gilliam
Roteiro: Charles McKeown e Terry Gilliam
Produção: Amy Gilliam, Samuel Hadida, Terry Gilliam e William Vince
Música: Jeff Danna e Mychael Danna
Fotografia: Nicola Pecorini
Direção de arte: Dan Hermansen e Denis Schnegg
Figurino: Monique Prudhomme
Edição: Mick Audsley
Efeitos especiais: FB-FX / Matte Painting / Peerless Camera Company

Elenco:
Heath Ledger (Tony)
Johnny Depp (Tony - 1ª transformação)
Jude Law (Tony - 2ª transformação)
Colin Farrell (Tony - 3ª transformação)
Christopher Plummer (Dr. Parnassus)
Lily Cole (Valentina)
Tom Waits (Sr. Nick)
Verne Troyer (Percy)
Andrew Garfield (Anton)
Paloma Faith (Sally)
Carrie Genzel (Jornalista)
Ryan Grantham (Anton - pequeno)

Prêmios:
OSCAR
Indicações
Melhor Direção de Arte
Melhor Figurino

BAFTA
Indicações
Melhor Maquiagem
Melhor Direção de Arte

Curiosidades:
- Último filme estrelado por Heath Ledger, que faleceu durante as filmagens;

- Após a morte de Heath Ledger, a produção de O Mundo Imaginário de Dr. Parnassus ficou paralizada durante alguns meses. O filme foi retomado quando Johnny Depp, Jude Law e Colin Farrell concordaram em integrar o elenco, assumindo o personagem que seria de Ledger. O roteiro foi então reescrito, de forma que o personagem Tony sofresse transformações físicas em suas viagens, que tornassem factíveis as presenças dos demais atores;

- Johnny Depp, Jude Law e Colin Farrell doaram seus cachês ganhos por O Mundo Imaginário de Dr. Parnassus para Matilda, filha de Heath Ledger, como forma de ajudá - la a ter um um futuro econômico tranquilo;

- Este é o 2º filme em que o diretor Terry Gilliam e o ator Johnny Depp trabalham juntos. O anterior foi Medo e Delírio (1998);

- Este é o 2º filme em que o diretor Terry Gilliam e o ator Heath Ledger trabalham juntos. O anterior foi Os Irmãos Grimm (2005);

- Este é o 2º filme em que o diretor Terry Gilliam e o ator Christopher Plummer trabalham juntos. O anterior foi Os 12 Macacos (1995);

- Parte dos diálogos cômicos foram improvisados por Heath Ledger nos sets de filmagens;

- É o 1º filme em que Terry Gilliam elabora o storyboard desde As Aventuras do Barão Munchausen (1988);

- O orçamento de O Mundo Imaginário de Dr. Parnassus foi de US$ 45 milhões.
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Também postado no blog Red Sky Filmes.

DVD de Parnassus será lançado nos EUA em Abril

A Sony Pictures lançará o filme O Imaginário do Doutor Parnassus em DVD e Blu-ray dia 27 de abril.

Veja abaixo a lista de bônus:

- Comentários com Terry Gilliam (diretor)
- Introdução por Terry Gilliam
- Cenas deletadas com opção de comentários de Terry Gilliam
- Por de trás do espelho
- Construindo o Monastério
- Sequencia progressiva de ''The Drunk''
- Heath Ledger e amigos
- O Imaginário de Terry Gilliam
- Teste de figurino de Heath Ledger com opção de comentários de Terry Gilliam
- Entrevista com Heath Ledger
- Doutor Parnassus ao redor do mundo
- Apresentação do elenco e equipe no palco
- Trabalho artístico de Doutor Parnassus

Ainda não há data para o lançamento do DVD no Brasil, mas já é possível encomendar pela Amazon.

Sinopse: Em The Imaginarium of Doctor Parnassus, Ledger é Tony, um sujeito que entra para o grupo de teatro ambulante do Dr. Parnassus (Christopher Plummer) e ajuda a salvar a filha do doutor (vivida por Lily Cole) das garras do demônio (Tom Waits), com quem o dono do teatro havia feito um trato em favor da imortalidade. Como Ledger não conseguiu terminar as filmagens antes de falecer, seu personagem também é interpretado por Johnny Depp, Jude Law e Colin Farrell.

Créditos: Sherlock (Comunidade Heath Ledger Eternamente)

quarta-feira, 17 de março de 2010

Os Reis de Dogtown Quarta (17/03) no Intercine

Nessa quarta-feira (17/03), a Rede Globo vai passar o filme Os Reis de Dogtown com Heath Ledger, no Intercine às 01h55.

Sinopse:
Nos anos 70 as ruas de Venice, na California, foram palco de uma revolução no mundo do skate. Um grupo de amigos decide levar os movimentos do surf para o skate, criando movimentos agressivos e sinuosos. Eles formam os Z-Boys, um grupo que na sua grande maioria é formado por jovens que levam uma vida difícil em casa. Treinando em piscinas vazias da cidade, eles aos poucos vão se tornando verdadeiras lendas dentro do universo do skate.

Elenco:
Heath Ledger (Skip)
John Robinson (Stacy)
Emile Hirsch (Jay)
Rebecca De Mornay (Philaine)
William Mapother (Donnie)
Julio Oscar Mechoso (Sr. Alva)
Victor Rasuk (Tony)
Nikki Reed (Kathy Alva)
Vincent Laresca (Chino)
Brian Zarate (Montoya)
Pablo Schreiber (Stecyk)
Elden Henson (Billy Z)
Michael Angarano (Sid)
Benjamin Nurick (Browser)
Stephanie Limb (Peggy Oki)
Mike Ogas (Bob Biniak)
Cheyne Magnusson (Jim Muir)
Don Nguyen (Shogo)
Laura Ramsey (Gabrielle)
Sarah Cartwright (Vickie)
Stacy Peralta (Diretor de TV)
Tony Hawk (Astronauta)
Johnny Knoxville (Topper Burks)
Tony Alva

Ficha Técnica:
Título Original: Lords of Dogtown
Gênero: Drama
Duração: 105 min
Ano de lançamento: 2005
Site oficial: http://www.osreisdedogtown.com.br/
Estúdio: Columbia Pictures Corporation / Linson Films / Senator International / Indelible Pictures
Distribuidora: Sony Pictures Entertainment / Columbia Pictures
Direção: Catherine Hardwicke
Roteiro: Stacy Peralta
Produção: John Linson
Música: Mark Mothersbaugh
Fotografia: Elliot Davis
Direção de arte: Seth Reed
Figurino: Cindy Evans
Edição: Nancy Richardson
Efeitos especiais: Gray Matter FX

Curiosidades:
- Os eventos mostrados em Os Reis de Dogtown foram exibidos anteriormente em Dogtown & Z-Boys - Onde Tudo Começou (2001), documentário dirigido por Stacy Peralta.

- Inicialmente seria Fred Durst o diretor de Os Reis de Dogtown, com David Fincher ajudando na realização das cenas de skate. Quando a presença de Durst foi colocada em dúvida o próprio David Fincher assumiu a direção do filme. Posteriormente Fincher desistiu do projeto, abrindo espaço para a contratação de Catherine Hardwicke.

- Brian Vaughan esteve cotado para interpretar o personagem Sid.

- Este é o 2º filme em que a diretora Catherine Hardwicke e a atriz Nikki Reed trabalham juntas. O anterior fora Aos Treze (2003).

- Em meio às filmagens em uma piscina vazia, a diretora Catherine Hardwicke levou um tombo ao andar de skate e ficou inconsciente por cerca de dois minutos. Vários integrantes do elenco e da equipe técnica acreditaram que ela tivesse morrido, mas foi apenas um susto.

- Stacy Peralta, roteirista de Os Reis de Dogtown, aparece em uma pequena ponta no filme como o diretor que anuncia a última competição de skate.

- Exibido na mostra Fanzinema, no Festival do Rio 2005.

- O orçamento de Os Reis de Dogtown foi de US$ 25 milhões.

quarta-feira, 10 de março de 2010

Jake Gyllenhaal fala sobre Heath Ledger

Jake Gyllenhaal e a atriz Rachel McAdams foram entrevistados pelo repórter Nate para o programa da Oprah nos bastidores do Oscar.

A entrevista inicialmente correu num tom de brincadeira, principalmente sobre o vestido de Rachel; sobre a preocupação de Jake com o fato de que ela poderia cair com aquele vestido; e também sobre a bolsa dela.

Porém aconteceu algo que surpreendeu Jake. O entrevistador perguntou se ele sentia que Heath estava "presente" no Kodak Theather (palco do Oscar).

Jake ficou surpreso e o repórter pediu desculpas. Ele não respondeu, apenas citou que ao contrário de todo mundo, Heath não estaria lá para entregar o prêmio de atriz coadjuvante.

Ele também falou que Heath trabalhou com a irmã dele e das indicações que ambos receberam na categoria de coadjuvantes.

Video:


Créditos: Monica (Comunidade Heath Ledger Eternamente)

sexta-feira, 5 de março de 2010

Dr. Parnassus no Oscar 2010

Como vocês já devem saber, Dr. Parnassus foi indicado ao Oscar desse ano em duas categorias: Melhor Figurino e Melhor Direção de Arte.

Então, eu vou colocar aqui os horários, canais e os sites que vão transmitir a premiação.

Evento: 82nd Annual Academy Awards
Dia: 07/03/2010 (Domingo)

Transmissões: (Horário de Brasília)

Rede Globo - Show: após o Big Brother Brasil

TNT - Pré-show: às 21h00

TNT - Show: às 22h00

Site Oficial do Oscar (em inglês) - Show: às 22h00 - [http://www.oscar.go/]

Site Live Stream - Show: às 22h00 - [www.livestream.com/academyawards]

TNT Brasil Online - Show: às 22h00:
[tv-player1000.webnode.com.br/canais-de-tvs/tnt/]

[www.assistirtv.net/tnt.php]

Site Justin TV (TNT em espanhol) - Show: às 22h00:
[http://pt-br.justin.tv/nautilllus]

Site Justin TV (TNT Brasil) - Show: às 22h00:
[http://pt-br.justin.tv/tnt_br#r=Kr6C4AM]

Site E! Online - Pré-show: às 21h00 - Show: às 22h00: [http://www.eonline.com/uberblog/2010_oscars/index.html]

Site Amo Cinema - Show: às 22h00 - [http://www.amocinema.com/]

Outros links para ver o Oscar online:
[http://cilenebonfim.com/10-maneiras-de-assistir-oscar-ao-vivo-online-gratis/]

E! Entertainment (em inglês) - Preparatório: às 17h00

E! Entertainment (em inglês) - Pré-show: às 20h00

E! Entertainment (em inglês) - Show: às 23h00

E! Entertainment (em inglês) - Pós-show: 01h30
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EDITADO: Infelizmente "Dr. Parnassus" não ganhou o Oscar em nenhuma categoria.

Matt Damon fala sobre Heath Ledger

Durante uma entrevista, Matt Damon falou sobre Heath Ledger:"Heath foi o melhor ator com quem eu já trabalhei", diz ele. "Trabalhamos juntos em Os Irmãos Grimm, que não foi particularmente bem recebido, lembro-me de dizer às pessoas sobre ele. "Heath Ledger, o cara de Coração de Cavaleiro? eles diriam. Eu diria a eles: 'Não, espera! E então ele fez Brokeback Mountain e The Dark Knight. As pessoas só tem uma idéia do que ele ia fazer. Ele estava tão cheio de vida. Eu não acho que vou superar isso, nem todos os que o conheciam. Ele foi um milagre de um homem. É horrível. É uma merda." Ele começa a rasgar-se, e bebe alguns goles de água mineral.
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Entrevista completa AQUI

Créditos: Monica (Comunidade Heath Ledger Eternamente)