terça-feira, 10 de julho de 2012
Entrevista com Heath Ledger e Matt Damon sobre "Os Irmãos Grimm"
sexta-feira, 20 de janeiro de 2012
Entrevista de Heath Ledger e Matt Damon sobre o filme "Os Irmãos Grimm"
terça-feira, 25 de outubro de 2011
Heath Ledger e Michelle Williams na premiere de 'Os Irmãos Grimm' em 2005
sábado, 8 de maio de 2010
Qual foi o melhor papel de Heath Ledger no cinema?
Seu último filme, O Mundo Imaginário do Dr. Parnassus, chegou às telonas nesta sexta (7)
O australiano Heath Ledger, morto em janeiro de 2008, começou a brilhar nas telonas com o sucesso adolescente Dez Coisas que Eu Odeio em Você, em 1999. No ano seguinte, esteve em O Patriota ao lado de Mel Gibson. Depois, o astro trabalhou, entre outros, nos filmes Coração de Cavaleiro, Os Irmãos Grimm, O Segredo de Brokeback Mountain, Casanova, Candy, Não Estou Lá e Batman - O Cavaleiro das Trevas, longa pelo qual recebeu o Oscar póstumo na categoria Melhor Ator Coadjuvante. Nesta sexta-feira (7), os cinemas brasileiros receberam a obra O Mundo Imaginário do Dr. Parnassus, de Terry Gilliam, que conta com a última interpretação de Ledger. Para homenagear o ator, o R7 selecionou seus principais trabalhos e quer saber: qual o melhor papel vivido por ele nos cinemas?Vote!
Fonte: R7
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Resultados:
Coringa, de Batman - O Cavaleiro das Trevas (2008)
44,6%
Patrick Verona, de 10 Coisas que Eu Odeio em Você (1999)
19,3%
Ennis Del Mar, de O Segredo de Brokeback Mountain (2005)
16,1%
William Thatcher, de Coração de Cavaleiro (2001)
12,7%
Gabriel Martin, de O Patriota (2000)
3,5%
Giacomo Casanova, de Casanova (2005)
1,9%
Jacob Grimm, de Os Irmãos Grimm (2005)
0,9%
Anthony "Tony" Shepherd, de O Mundo Imaginário do Dr. Parnassus (2009)
0,6%
Dan, de Candy (2006)
0,3%
Robbie, de Não Estou Lá (2007)
00,0%
segunda-feira, 29 de março de 2010
Terry Gilliam: "Heath Ledger estava sempre lá"
Por: Helen Barlow, em Toronto
A meio da rodagem de "Parnassus - o homem que queria enganar o diabo" (título em Portugal), o intérprete morreu. Três actores, Johnny Depp, Jude Law, Colin Farrell, prontificaram-se a salvar o projecto. Mas Heath Ledger "estava sempre lá", diz ao Ípsilon o realizador Terry Gilliam.
Com a mão debaixo do queixo e uma das suas coloridas camisas em forma de casaco - encontrámo-lo no Festival de Toronto -, Terry Gilliam, 68 anos, o Monty Python que se tornou realizador, começa a falar-nos de Heath Ledger, cuja morte abanou a sua vida.
"O rapaz que nunca se tornou num homem", diz, e não esconde as saudades na voz. "Embora fosse um homem, o que é estranho... Ele não morreu jovem, morreu com 240 anos. É por isso que ele dizia que tinha sangue aborígene. Era um rapaz sensato".
Começámos por Ledger porque o actor australiano votava uma admiração ao seu amigo cineasta - foi Gilliam que o ajudou a alcançar reconhecimento crítico, com "Os Irmãos Grimm" (2003). E, sobretudo, porque a morte de Ledger aconteceu a meio da rodagem de "The Imaginarium of Doctor Parnassus".
"Não é certo que Heath estivesse exausto por participar em demasiados projectos", diz o realizador. "De facto, estava cuidadosamente a evitá-los. No ano após 'O Segredo de Brokeback Mountain' [2005] ele aceitava e empilhava tudo o que lhe propunham. Está claro que o seu agente lhe dizia que o momento dele chegara, e Heath estava a encarar isso dessa forma. Mas depois decidiu que não queria fazer os filmes [como "The Tree of Life" de Terrence Malick, papel que iria para Brad Pitt]. Foi por isso que fez o Joker ['O Cavaleiro das Trevas']: um papel pequeno, que envolvia grande quantia de dinheiro, o que lhe dava liberdade".
Mas foi a morte de Ledger e as dificuldades que puseram em perigo "Parnassus - o homem que queria enganar o diabo" que, ironicamente, levaram Gilliam a trabalhar a sua capacidade de invenção. Foi preciso substituir o actor que interpretava a personagem de Tony, um membro de uma companhia de teatro itinerante. A solução foi pouco comum: Johnny Depp, Colin Farrell e Jude Law.
"O que teve piada foi que sempre [ao longo da carreira] tive escolher dentro de um rol de actores sem trabalho e, de repente, três dos mais conceituados quiseram ficar com o papel!" A personagem de Ledger ganha, assim, os rostos de Johnny, Jude e Colin, o que faz sentido porque sendo um vigarista é um homem de várias caras. "Eu vi Johnny no funeral de Heath. 'Queres fazê-lo?'. Ele respondeu: 'Espera um minuto, vou ter que pensar'. E depois disse que sim. Portou-se bem, mas estava apavorado".
O amor dos actores
Mesmo com os actores com pouco tempo, e com ensaios fora de questão, aconteceu algo mágico, conta Gilliam. "De alguma forma, sem personificarem Heath ou Tony, eles sabiam como ele era. Tinham energias semelhantes e puderam fazê-lo. Nenhum de nós trocara confidências sobre como é que as coisas funcionavam, o que faz daquilo que aconteceu uma coisa extraordinária. Quis nomear Heath como co-realizador do filme porque, de alguma forma, ele estava sempre lá."
O motivo para a inclusão dos três actores deveu-se ao facto de cada um deles poder mostrar um lado diferente da personagem que Ledger estava a desempenhar.
"Johnny é o gancho com os espectadores. E foi brilhante. Ele é o gajo fascinante, o único com língua afiada que pode conquistar-nos e fazer qualquer coisa. Jude teve que representar a ambição de Tony, alguém com a cabeça nas nuvens que, de repente, tem algo com que sempre sonhou. Depois aparece Colin e revela a verdadeira história: que Tony é um monstro. Foi a combinação correcta".
(É interessante reparar que os três actores são pequenos, Ledger era alto. "Podemos fazer qualquer coisa no cinema", graceja Gilliam.)
Ao fim e ao cabo, o realizador considera que trabalhou com Ledger na montagem. "Todos os dias ele estava no ecrã. 'Atira-te a isso' ou 'Oh merda! Porque é que fizeste isso?' Foi como se Heath estivesse bem vivo."
Os filmes de Gilliam não fazem o género de todos os actores, embora aqueles que os amam regressem sempre para mais. Depp já trabalhara com Gilliam em "Fear and Loathing in Las Vegas" (1998), enquanto Christopher Plummer (o octogenário canadiano que foi nomeado para o Oscar de melhor secundário pelo seu retrato de Leo Tolstoy em "The Last Station") aceitou o convite do realizador, com quem já trabalhara em "12 Macacos" (1995), para desempenhar Doctor Parnassus, o sábio imortal que fez um pacto com o Diabo e que erra com o seu espelho mágico, uma porta para dentro da imaginação de quem o atravessa - Tony/Ledger atravessa-o, e assim surgem os seus alter-egos, Depp, Farrell, Law.
"Isto é como Prospero e 'A Tempestade', como 'Rei Lear'; tem essa abrangência", diz Gilliam. "Parnassus teria que ser interpretado por este homem com incrível dignidade - apesar de eu suspeitar sempre que ele está a mentir, que é um inútil".
Plummer confessou já ter visto "Brazil" seis vezes e que continua a "não saber o motivo" pelo qual é fã daquilo a que chama "vintage Gilliam". "Terry sente-se sempre vagamente culpado por pôr demasiadas personagens e histórias nos filmes e depois não conseguir criar raízes com os espectadores. Desta vez, não o fez".
Filmar na zona antiga de Londres acrescentou autenticidade, mas não foi fácil, acrescenta. "Ficamos todos com pneumonia, Heath inclusive, mas pelo menos eu vestia grandes túnicas. Ele estava com a sua camisa fina e Londres é uma cidade tão fria no Inverno. Tanto podíamos filmar às 10h ou à meia-noite, quando toda a humidade se acumula. Isso não ajudou, de todo, Heath". A de Ledger não foi a única morte na produção. O co-produtor Bill Vince, 44 anos, lutava contra o cancro durante a rodagem. A sua morte atirou todos os problemas do filme para a outra co-produtora, a filha mais velha de Gilliam, Amy, 32 anos.
"Amy foi atirada para águas profundas", diz Gilliam. "Foi um pesadelo. Ter Colin, Johnny e Jude no programa não foi fácil. Ela foi extraordinária e, provavelmente, a principal responsável para que eu não tenha desistido quando Heath morreu. Eu estava pronto a desistir, era o fim para mim. E ela sempre me incentivou. Há bastante teimosia nos nossos genes", repara com um sorriso.
sexta-feira, 5 de março de 2010
Matt Damon fala sobre Heath Ledger
"Heath foi o melhor ator com quem eu já trabalhei", diz ele. "Trabalhamos juntos em Os Irmãos Grimm, que não foi particularmente bem recebido, lembro-me de dizer às pessoas sobre ele. "Heath Ledger, o cara de Coração de Cavaleiro? eles diriam. Eu diria a eles: 'Não, espera! E então ele fez Brokeback Mountain e The Dark Knight. As pessoas só tem uma idéia do que ele ia fazer. Ele estava tão cheio de vida. Eu não acho que vou superar isso, nem todos os que o conheciam. Ele foi um milagre de um homem. É horrível. É uma merda." Ele começa a rasgar-se, e bebe alguns goles de água mineral.___________________________________
Entrevista completa AQUI
Créditos: Monica (Comunidade Heath Ledger Eternamente)
quinta-feira, 7 de janeiro de 2010
Terry Gilliam explica como superou a morte de Heath Ledger
Há alguns anos, Terry Gilliam recebeu de um amigo o curioso apelido de Capitão Caos. A motivação partiu do processo de criação do diretor, que procura levar em conta as opiniões de toda a equipe de suas produções. Por um lado, a colaboração é útil para angariar novas ideias. Por outro, opiniões em excesso e sem controle podem significar atrasos, estouros de orçamentos e até o cancelamento de alguns projetos.
O caos, afinal. Considerando o jeito fordista com que a indústria do cinema funciona hoje, é fácil compreender, então, por que Gilliam, apesar de ser celebrado como um dos mais inventivos cineastas em atividade, dirigiu apenas 12 longas-metragens em 40 anos de carreira. Mas fica a pergunta: de que outra forma seria possível dar conta de um filme que se alterna a todo tempo entre realidade e imaginação, traz um visual onírico e esteve ameaçado pela tragédia? A solução para os problemas de "O imaginário do Dr. Parnassus" só poderia ser mesmo o caos. Ou, melhor, o Capitão Caos.
Depois de uma produção que começou em 2007, "O imaginário..." só pôde ser lançado no circuito comercial americano no último Natal e tem previsão de estreia no Brasil apenas para maio. Nele, Parnassus (Christopher Plummer) é o líder de uma trupe de teatro mambembe que passeia pelas ruas de Londres. O sucesso do grupo depende de um espelho mágico, que transforma em realidade a imaginação daqueles que o atravessam. Depende, ainda, do pacto que Parnassus fez com o diabo (Tom Waits) anos atrás e que envolve a alma de sua filha, Valentina (Lily Cole). Mundos imaginários revelados por um espelho estão longe de ser novidade no cinema. Mas, na visão caótica de Gilliam, esses universos se destacam pelo visual caprichado e pela crítica social, dois elementos comuns a seus filmes.
- Nós estamos cercados por muitos espelhos. Televisão, jornais e filmes são todos espelhos do que nós pensamos ser. Ou do que gostaríamos de ser, o que é ainda mais perturbador. Os espelhos deveriam refletir a realidade, mas vivemos numa era de espelhos mentirosos - diz o diretor, em entrevista por telefone ao GLOBO. - O Doutor Parnassus comete muitos erros, mas ao menos sua intenção é boa. Ele tenta encorajar as pessoas a desenvolverem suas imaginações. Escolher ou não o bem no uso da imaginação acaba sendo uma decisão de cada pessoa que se confronta com o espelho.
Okay, Parnassus não é completamente mau, mas o que dizer do caráter de Tony (Heath Ledger), um misterioso homem que é encontrado enforcado sob uma ponte, mas sobrevive e acaba se juntando à trupe? Seu passado vai sendo revelado aos poucos, mas, antes, Tony conquista qualquer um com sua fala mansa e dedicação. Uma das inspirações para elaborar o personagem, diz Gilliam, foi o ex-primeiro-ministro britânico Tony Blair.
- Nos últimos anos, acho que passei a achar que não há mais limite para a ganância. Quanto mais se tem, mais se quer. Há quem consiga, até, ser gentil publicamente, mas privadamente quer sempre mais. A maioria das pessoas com quem eu lido na indústria do cinema é assim - diz. - Os políticos também são bons exemplos. Veja o Tony Blair. Ele parecia capaz de se sair bem depois de tomar qualquer decisão. Recentemente, li uma entrevista em que ele diz que não teria mandado tropas para o Iraque se soubesse que não havia armas de destruição em massa. É a declaração perfeita. O homem continua insistindo que tem princípios. Mas não tem.
Por causa de Tony - o personagem, não o político -, "O imaginário." talvez tenha sido o primeiro filme de Gilliam em duas décadas que não foi badalado simplesmente por ser um filme de Gilliam. O que mais se comenta é a presença de Heath Ledger em seu último papel no cinema. Quando o ator morreu, em 22 de janeiro de 2008, vítima do uso excessivo de medicamentos, ele estava justamente descansando, em casa, durante um intervalo das filmagens de "O imaginário...".
Gilliam soube da fatalidade pela internet, avisado por sua filha Amy Gilliam, uma das produtoras do filme. Eles esperavam rodar novas cenas com Ledger em poucos dias, mas o choque foi ainda maior porque o diretor e o ator haviam estreitado laços de amizade desde que trabalharam juntos em "Os Irmãos Grimm" (2005). Gilliam, então, resolveu não levar "O imaginário..." adiante.
- Eu simplesmente não acreditei, nós havíamos estado juntos dois dias antes. Fiquei paralisado, era uma notícia inesperada e inexplicável. Eu até achei que poderia ser uma piada de mau gosto de alguém do departamento de marketing da Warner, querendo promover o Coringa (personagem de Ledger em "Batman: O Cavaleiro das Trevas"). Mas realmente aconteceu. Ele está morto - diz. - Minha vontade, naquele momento, era de desistir. Mas o bom de estar cercado por pessoas como minha filha e o fotógrafo Nicola Pecorini é que eles não ouvem o que tenho a dizer. Eu anunciei que não iríamos continuar, mas eles se recusaram a aceitar e insistiram para que eu achasse uma solução que evitasse que o último trabalho do Heath se perdesse e fosse esquecido.
Pelo papel em "Batman", que estreou poucos meses depois de sua morte, Ledger recebeu um Oscar póstumo de melhor ator coadjuvante. Já pelo contratempo enfrentado por Gilliam, o ator acabou tendo a companhia de Johnny Depp, Jude Law e Colin Farrel, os três atores que se revezaram com ele no papel de Tony em "O imaginário...". Além disso, nos créditos finais, em vez de o tradicional "Um filme de Terry Gilliam" surge o texto "Um filme de Heath Ledger e amigos".
- A partir do momento em que minha mente voltou do espaço, foi até simples reescrever. Eu parti do princípio de que, se Tony entrasse no espelho com outra pessoa cuja imaginação fosse mais forte, ele poderia parecer diferente. Poderia parecer o Johnny Depp e não o Heath Ledger. Acho que funcionou - diz Gilliam. - Muita gente acha que alguns diálogos, como quando o Johnny faz um discurso sobre James Dean e a Princesa Diana, foram reescritos por causa do Heath. Mas estava tudo previsto. A cena em que ele aparece enforcado, por exemplo, foi a primeira que filmamos.
sexta-feira, 25 de dezembro de 2009
Equipe de Dr. Parnassus lembra Heath Ledger
"Sentimos saudades", disse o diretor do filme, Terry Gilliam, em entrevista coletiva em Los Angeles. "Era uma pessoa extraordinária, com um talento infinito, e com os pés no chão. Sempre lembrarei sua grandeza e sua forma de ser, não tinha medo de nada", acrescentou.
O ator morreu aos 28 anos no dia 22 de janeiro de 2008, em Nova York, por uma overdose de medicamentos, em plena gravação deste filme, que Gilliam teve que terminar com a ajuda de Johnny Depp, Jude Law e Colin Farrell, que substituíram Ledger em seu papel.
"Chamei pessoas próximas a ele e todos aceitaram. Demos a eles um DVD com o que Heath tinha gravado e eles ensaiaram. Johnny gravou suas cenas em três horas e meia. É um gênio, assim como Jude e Colin. Estiveram brilhantes", afirmou o cineasta.
O filme conta a história do Doutor Parnassus (Christopher Plummer) e seu mundo imaginário se passa em uma Londres contemporânea em forma de teatro ambulante.
O contador de histórias Parnassus consegue fazer com que os personagens interpretados por Lily Cole, Verne Troyer e Andrew Garfield entrem em seu universo imaginário através de um espelho, uma habilidade que ganha por meio de um pacto com o diabo (Tom Waits) que o tornou mortal, mas a um alto custo.
"Parnassus representa quase qualquer artista", afirmou o cineasta. "Entusiasma as pessoas, faz com que observem o mundo com um olhar fresco. Mas ninguém presta atenção nele. Esse é o destino da maioria dos artistas", afirmou.
Um farsante, interpretado por Ledger, Depp, Law e Farrell, se junta ao grupo, e depois de estar à beira da morte, ajuda Parnassus a salvar sua filha (Cole).
Quando o personagem de Ledger atravessa o espelho, seu personagem ganha vida nos rostos dos outros três atores.
O diretor, que trabalhou com Ledger em "Os Irmãos Grimm" (2005), conta que o ator australiano era uma pessoa com muita energia, uma mente "com muita experiência" presa em um corpo jovem.
"Era muito divertido e todo o mundo podia perceber um alma velha e sábia em seu interior. Tinha uma experiência de vida muito maior que podíamos imaginar por sua idade", disse o cineasta.
Cole e Troyer também fizeram declarações nesse sentido.
"Deu tudo pelo papel e ajudava seus companheiros com qualquer detalhe", disse Troyer. "Era uma pessoa incrível", acrescentou.
Já Cole ressaltou a "aprendizagem", tanto profissional quanto pessoal, que adquiriu após trabalhar com o Ledger.
"Aprendi muito observando como atuava, mas, sobretudo, aprendi como pessoa", disse a modelo britânica de 21 anos. "Me chamou a atenção sua extraordinária força vital, sua energia e generosidade. Era alguém capaz de inspirar os demais. O que fazia ia além de qualquer técnica de interpretação", acrescentou.
domingo, 16 de agosto de 2009
Doctor Parnassus ganha distribuição
Segundo a Variety, a Sony Pictures Classics está fechando negociações para lançar o longa mundialmente. A empresa quer o lançamento mais rápido possível.
O longa não estava conseguindo distribuiçao pelo seu conteúdo pouco comercial. O diretor Terry Gilliam não emplaca um sucesso desde 'Os 12 Macacos' (1995).
O longa foi bastante elogiado em Cannes. O destaque foi a atuação de Ledger e de seus substitutos no mesmo personagem. No final, a dedicatória: "Um filme de Heath Ledger e seus amigos".
Johnny Depp, Jude Law e Colin Farrell interpretam o mesmo personagem de Heath Ledger no filme. Ledger estava a seis semanas do fim das gravações quando foi achado morto em seu apartamento em Nova York.
"Em certo momento do filme, Heath cai por um espelho mágico. Ele poderia virar um outro personagem a partir daí e é nesse momento que os outros atores entram..." revelou o diretor.
A história gira em torno de um imortal contador de histórias, que viaja pelo mundo espalhando seus contos numa espécie de teatro itinerante.
Esta é a segunda parceria entre Ledger e Gilliam, que o dirigiu em 'Os Irmãos Grimm'.
quarta-feira, 12 de agosto de 2009
Os Irmãos Grimm, nessa Sexta - feira no Sbt

O filme Os Irmãos Grimm, dirigido por Terry Giliiam e com Heath Ledger e Matt Damon no elenco, vai passar nessa sexta-feira (14/08) no Sbt, na Tela de Sucessos às 22:45 hs.
Sinopse:
Dois irmãos viajam através da Europa de Napoleão enfrentando monstros e demônios por dinheiro. Mas, quando as autoridades francesas descobrem seu esquema, os trapaceiros são forçados a enfrentar uma maldição real em uma floresta encantada, onde jovens donzelas continuam a desaparecer sob circunstâncias misteriosas.
Título Original: “The Brothers Grimm”
Elenco: Matt Damon; Heath Ledger; Monica Bellucci; Peter Stormare
Diretor: Terry Gilliam
Origem: EUA-UK / 2005
Classificação: Não recomendado para menores de 14 anos idade
